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- Uma autêntica experiência cultural.
- Prefere festejar a chegada de 2026 sem álcool? 3 sugestões de mocktails saborosos e fáceis de recriar
Com novas entradas todos os anos, a lista de restaurantes em Lisboa com o reconhecimento do famoso guia vermelho não pára de crescer. Entre comida tradicional e restaurantes do mundo, Lisboa tem óptimas opções para comer bem sem gastar muito. Nestes restaurantes de Lisboa, ainda é possível comer até 10€. A carta tem duas dezenas de pizzas, de massa fina e rústica, embora a história deste restaurante se faça igualmente de saladas, pastas e risotos. O aviso serve a quem esta informação poderá servir de entrave. Habner Gomes, formado na escola nipo-brasileira, serve bom lírio e bonito, um sublime fígado de tamboril curado em saké e uma elegante sopa miso de amêijoas.
Com cozinha aberta e ambiente tranquilo, o serviço é eficaz e tem o seu momento na altura das sobremesas, com o “kinder joy”, um doce com leite condensado, chocolate e avelã que se apresenta numa taça em forma de ovo Kinder. A única decisão que tem de tomar é se escolhe entre o menu combo, que inclui três a quatro entradas, nove niguiris, dois rolls, sopa miso e sobremesa; ou o menu de niguiris, que é igual ao combo, mas não inclui as entradas. No piso de baixo, está o bar com cocktails de autor e quatro salas privadas, para uma experiência mais intimista. Abriu praticamente sem sushi, mas os clientes que o conheciam de outras andanças estavam com tantas saudades que o chef reformulou a carta para incluir várias opções de sashimi, temaki, futomaki e oshizushi. Hari Chapagain assume-se como chef e trabalha o tandoor à vista, de onde sai um naan digno e umas costeletas de borrego suculentas, fumadas no ponto. As sopas de noodles, ou massas ensopadas, segundo reza o menu – nas versões com carne de vaca, porco, marisco picante e wonton de camarão –, são novas entradas.
Para o ajudar a navegar nesta rota de sabores intensos, escolhemos os oito melhores restaurantes pan-asiáticos em Lisboa. Há quem lhes chame menus executivos e há quem opte pelo velhinho menu de almoço, quase sempre disponível nos dias úteis. Siga o nosso guia e marque mesa nos melhores restaurantes peruanos em Lisboa. Não é por acaso que a gastronomia peruana é tida por muitos como a mais rica da América Latina. O projecto é piscina santa maria da feira de Jin Huang, de 25 anos, que usa a sua formação em Gestão para redefinir a percepção da gastronomia nipónica em Portugal, indo além do sushi.
Projecto do grupo Visabeira, o Gare ocupa a antiga Gare Marítima de Alcântara, revelando uma esplanada Terrazza Martini e uma sala envidraçada de frente para a Ponte 25 de Abril. Se quiser experimentar um cocktail, o bar, O’Mast, oferece sofisticadas bebidas com propostas de autor e snacks ligeiros, ideal para clientes locais e hóspedes. O antigo restaurante deu lugar ao ELEMENT6, capitaneado pelo chef Sebastian Fritye, cujo conceito gira em torno do fogo, do carvão e da precisão técnica da grelha, destacando desde pratos de peixe fresco à carne Wagyu. Na comida, há sopas, saladas e wraps, taças de iogurte com granola e papas de aveia para o pequeno, sem esquecer as empanadas, a tarte de coco e doce de leite e, claro, os alfajores argentinos. Disponível à carta ou em dois menus degustação (um dos quais vegetariano), a experiência materializa-se em propostas como o pão de queijo com caviar e os dadinhos de tapioca. A ligação entre arte e gastronomia dita as regras do Cícero, restaurante que começou em Campo de Ourique e se mudou em 2025 para o Chiado.
- Das panquecas de marisco aos cortes premium de carne para grelhar na mesa, a grande missão da casa é educar os clientes nos rituais tradicionais, ensinando a saborear cada prato como se estivesse em Seul.
- Abriu praticamente sem sushi, mas os clientes que o conheciam de outras andanças estavam com tantas saudades que o chef reformulou a carta para incluir várias opções de sashimi, temaki, futomaki e oshizushi.
- Aqui, a carne é finalizada na chapa gogi-gu-i à mesa, mas a selecção e a preparação fazem a diferença.
- O Kuwazi funciona na cave de um velho centro comercial – e isso já é uma descoberta.
- Este restaurante serve prato do dia, incluindo ao Domingo.
- Daí pode seguir para os pastéis de massa tenra com bacalhau, para o camarão ao alhinho em molho sedoso, para as saladas de polvo com batata doce e de orelha tenra.
Uma autêntica experiência cultural.
Atividades de estética e outros serviços de cuidados com a beleza Sentimo-nos verdadeiramente imersos na essência do país, o que tornou a nossa experiência ainda mais memorável. Os quartos são incríveis, com uma vista de cortar a respiração sobre Chaves, e a atmosfera do resort transmite a cultura portuguesa de forma autêntica e envolvente. A equipa foi extremamente profissional, simpática e prestável, o que nos deixou completamente à vontade durante toda a organização e o evento.
Prefere festejar a chegada de 2026 sem álcool? 3 sugestões de mocktails saborosos e fáceis de recriar
O pessoal que serve é atencioso e simpático. A repetir quando surgir a vontade de comer outra francesinha. A comida estava deliciosa e as sugestões do garçom foram perfeitas; ele estava sempre atento aos clientes. Se você for celíaco, tudo é sem glúten — um verdadeiro mimo — e o atendimento é ótimo.
Entre as opções há tomate, mole, manjericão; chicharro, ajo blanco; escabeche de perdiz; dourada grelhada com tomatada de mexilhão e batata doce; pica-pau; ou cachaço de porco confitado com guisado de feijão maduro. Nas entradas, há amêijoas à Bulhão Pato ou gambinhas ao alho. Ainda mais quando se apresentam com clássicos da nossa gastronomia, sem nomes de peso na cozinha. Com criatividade, detalhe e consistência, a chef argentina Romina Bertolini eleva a fasquia com pratos como o arroz de couves tostado, tosta de curgete e anchovas, cabeça de xara com picles ou suas cobiçadas empanadas. O menu segue o estilo omakase, por isso, é o chef que escolhe as proteínas que quer apresentar, o que muda com frequência e consoante as estações.
O Lat.A tem um menu carregadinho de clássicos da gastronomia latino-americana (Brasil, Chile, México, Argentina ou Peru), sempre com batuques de samba, salsa ou merengue em loop a acompanhar. Existe há mais de duas décadas, mas a actual gestão, feita pelo grupo Capricciosa, resolveu renovar a decoração e a carta com a expertise do grupo José Avillez, um dos accionistas. As iscas de porco são uma das especialidades, mas os pratos do dia vão variando – e não costumam falhar. Em 2022, foi até eleito restaurante europeu do ano pelo Conselho Europeu de Confrarias Enogastronómicas, uma organização sem fins lucrativos que tem como objectivo promover a gastronomia de qualidade na União Europeia. É “a” tasquinha para comer caracóis nos meses em que os rastejantes dão o ar da sua graça, mas é também o sítio certo para comer um bife à casa com batatas fritas, pregos, iscas, costeletas de borrego ou arroz de lingueirão.
Ofereça o nosso Gift Card e proporcione uma experiência memorável, com acesso a todo o universo Rocco. Os sabores italianos, do mar e da cozinha portuguesa são os protagonistas num espetáculo vibrante.Vamos desafiar os seus sentidos e dar lhe a conhecer novas sensações. O Estórias na Casa da Comida é uma homenagem à herança da Casa da Comida no qual se respeita a tradição da nossa cozinha mas onde se procura uma abordagem contemporânea dos sabores portugueses. Leve, descontraído e com uma nova oferta, várias opções para partilhar, dias temáticos, entre outros.
Aqui, a ementa vai começar com o espumante Gunpowder, Chapter 1, Bical, Arinto e Cercial da Bairrada, ideal para degustar enquanto são servidas as entradas, sendo elas ostra do Algarve com pickle kachumber, tosta de camarão frita, donuts de borrego e brócolo grelhado em mostarda mala. Descubra Restaurante Cruzeiro de cima na vista de satélite de alta definição. Ainda se pode comer um passo do dia razoável e económico, mas nada mais
Presença dominante tanto na cozinha como na sala, a Tia Alice, natural da ilha cabo-verdiana de São Vicente, é uma daquelas figuras que faz a casa. Do Wagyu “floco de neve” à entranha Black Angus, passando por cortes de porco, cordeiro e marisco, o menu é uma aula carnívora. Aqui, a carne é finalizada na chapa gogi-gu-i à mesa, mas a selecção e a preparação fazem a diferença. Tudo foi pensado ao pormenor – e isso também se sente no preço, que corresponde ao “segmento médio-alto” que o chef quer conquistar no Chiado. Este último, à noite, transforma-se no After Dark, um izakaya com o chef Matheus Simões Martins ao comando. A cozinha é internacional, mas não faltam influências portuguesas, vindas do lado materno da chef, que detém o restaurante com o irmão e a cunhada, Alexis e Agnes.
Carta de Vinhos
Cumprindo a micro-sazonalidade dos produtos, a carta muda com frequência e inclui, sempre que possível, peixes pouco habituais às nossas mesas. No espaço de um antigo café de bairro, o Baraa Kitchen serve cozinha síria feita sem atalhos. Conheceram-se no Boavista Social Club, de onde partiram à conquista de um novo bairro. O Arroz do Alfredo, o mais nutritivo dos pratos, é enriquecido com bochecha de porco e chouriço e pode ser servido em doses para duas, três ou quatro pessoas. Entre as duas salas e a esplanada cabem umas 45 pessoas, mas não há nada como chegar cedo – não aceitam reservas e abundam esfomeados à porta.

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